<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7241019642577759272</id><updated>2011-11-27T17:07:53.352-08:00</updated><title type='text'>Tecnologias</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7241019642577759272/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Empresarial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07601578647377276525</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7241019642577759272.post-5549584187862726369</id><published>2009-10-24T05:34:00.000-07:00</published><updated>2009-10-24T05:45:50.425-07:00</updated><title type='text'>OLED o futuro</title><content type='html'>&lt;h1&gt;O futuro da imagem: telas OLED&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Terça-Feira, 28  de Julho de  2009   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Você sabe o que é OLED? Então prepare-se para babar com esta  tecnologia que promete revolucionar telas de todos os tipos.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; margin: 18px 14px 0pt 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;tweetmeme_source = 'baixakioficial';&lt;/script&gt;      &lt;script src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js" type="text/javascript"&gt;&lt;/script&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="61" scrolling="no" src="http://api.tweetmeme.com/button.js?url=http%3A//www.baixaki.com.br/info/2486-o-futuro-da-imagem-telas-oled.htm&amp;amp;style=normal&amp;amp;source=baixakioficial" width="50"&gt;&lt;/iframe&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7241019642577759272" id="anc_1" name="anc_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="divPagina_1"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Acredite se  quiser, mas as telas de &lt;a href="http://baixaki.ig.com.br/info/2274-plasma-vs-lcd-qual-e-a-melhor-opcao-.htm" target="_blank"&gt;LCD e plasma&lt;/a&gt; já têm um sucessor. Esta tecnologia  chamou tanto a atenção que um esquema especial de segurança controlava  os curiosos durante a CES (maior feira tecnológica do mundo) de 2008. O  nome em português não é dos mais amigáveis: diodo orgânico emissor de  luz. Logo, o jeito é se acostumar mesmo com o original, em inglês: OLED.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em essência, um OLED é um dispositivo composto por filmes de  moléculas que emitem luz ao receberem carga elétrica. Essas moléculas  podem ser diretamente aplicadas sobre a superfície da tela através de um  método de impressão complementado com filamentos metálicos que conduzem  os impulsos elétricos. &lt;i&gt;Grosso modo&lt;/i&gt;, é uma tela com luz  própria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2486/6081.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="O modelo da Samsung, um dos maiores da atualidade." border="0" class="img_esq" height="320" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2486/6081.jpg" title="O modelo da Samsung, o maior da atualidade." width="245" /&gt;&lt;/a&gt;Essa estrutura – além de consumir menos energia – gera imagens com  mais brilho e nitidez em equipamentos eletrônicos. Por ter luz própria,  uma tela OLED não precisa de luz de fundo ou lateral (&lt;i&gt;backlight&lt;/i&gt;  ou &lt;i&gt;sidelight&lt;/i&gt;), ocupando assim menos espaço. Logo, a tecnologia  já é alvo de desenvolvedores de notebooks, netbooks e computadores de  mão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Outro  feito desta tecnologia é a obtenção do “preto real”. Por emitir luz  própria, cada OLED torna-se totalmente obscuro quando não energizado,  diferentemente de telas LCD, as quais não conseguem bloquear a luz de  fundo totalmente.&lt;br /&gt;Telas OLED ainda podem ser visualizadas de diversos ângulos até 180°,  têm contraste de 1000:1 (contra 100:1 de telas LCD), suportam variações  de calor e frio com mais eficiência e têm fabricação mais barata.&lt;br /&gt;Portanto, imagine um televisor de alta definição com dois metros de  largura, menos de 1 cm de espessura e que consome menos energia que a  maioria dos aparelhos disponíveis no mercado hoje. Este é o grande  objetivo desta tecnologia: criar dispositivos grandes e extremamente  finos sem perder qualidade nenhuma de imagem, muito pelo contrário.&lt;br /&gt;Samsung e Sony são as empresas com mais destaque no desenvolvimento  desses equipamentos. Desde 2004, as duas vêm apresentando modelos  incríveis em feiras de tecnologia e outras exibições. O último modelo de  destaque da Samsung - apresentado em outubro de 2008 - é o maior  televisor de OLED da atualidade, com 40 polegadas e resolução de  1920x1080 pixels. Este é, simplesmente, o maior painel OLED disponível  atualmente. Ele tem contraste de 1.000.000:1, gama de cores de 107% NTSC  e luminosidade média de 200 cd/m².&lt;br /&gt;Já a Sony apresentou um protótipo de 21” na Display Japan Conference,  em Tóquio, em abril de 2009.&lt;br /&gt;A tecnologia OLED não se restringe somente a televisores e monitores.  O Optimus Maximus Keyboard, por exemplo, utiliza 113 OLEDS de 48x48  pixels para as teclas. A tecnologia também pode ser utilizada em  Holografia de Alta Resolução (utilizada em reproduções tridimensionais).  Em uma perspectiva a longo prazo, estuda-se a aplicação de OLEDs como  fonte de iluminação padrão pela sua eficiência e tempo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2486/6077.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="O Optimus Maximus Keyboard e suas teclas OLED." border="0" class="nada" height="98" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2486/6077.jpg" title="O Optimus Maximus Keyboard e suas teclas OLED." width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;Evolução  recente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;Março/2008&lt;/span&gt;  – GE Global Research exibe o primeiro dispositivo OLED criado em um  rolo de plástico flexível. Este tipo de desenvolvimento, chamado  “Roll-to-Roll”, reduz o custo de fabricação de diferentes dispositivos  devido à sua flexibilidade. Esta pesquisa mostrou a viabilidade de  produção de OLEDs em larga escala e com custo reduzido.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;Maio/2008&lt;/span&gt; –  a empresa Chi Mei demonstrou, em Taiwan, um OLED de 25” de baixa  temperatura, desenvolvido com silicone policristalino.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt; Junho/2009&lt;/span&gt;  – a DuPont demonstrou um novo material que pode ser impresso. A  novidade é a possibilidade de produzir dispositivos OLED em larga escala  e duráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;Como funciona&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um OLED é um semicondutor cerca de 200 vezes menor que um cabelo  humano. Ele pode ter duas ou três camadas de material orgânico. A base  da estrutura OLED é o substrato – que pode ser um plástico, vidro ou uma  lâmina. Um eletrodo &lt;i&gt;anode&lt;/i&gt; remove elétrons quando uma corrente  circula pelo dispositivo.&lt;br /&gt;Em seguida, entram em ação as camadas orgânicas. A primeira é a  condutora, que transporta os elétrons do &lt;i&gt;anode&lt;/i&gt; (um condutor  utilizado é a polianilina). A segunda é a camada emissora, feita com  moléculas diferentes da camada condutora e que transporta os elétrons  para outro eletrodo, o &lt;i&gt;cathode&lt;/i&gt;. É aqui que a luz é feita.&amp;nbsp;Um  polímero utilizado nesta camada é o polifluoreno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;br /&gt;De onde  vem a luz?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que a luz própria é o grande barato do OLED, surge a  pergunta: da onde ela vem? Não é por nenhum milagre, é pura ciência. Uma  bateria ou alimentador aplica uma voltagem. A corrente elétrica corre  do &lt;i&gt;cathode &lt;/i&gt;para o &lt;i&gt;anode &lt;/i&gt;através das camadas orgânicas.  O &lt;i&gt;cathode &lt;/i&gt;dá elétrons para a camada emissora, enquanto o &lt;i&gt;anode  &lt;/i&gt;remove os elétrons da camada condutora, criando vários buracos.&lt;br /&gt;No “vai-e-vem” entre as camadas, os elétrons preenchem esses buracos,  reduzindo sua energia para o mesmo nível de um átomo sem um elétron.  Essa energia que sobra é transformada em um fóton de luz. A cor da luz  depende do tipo de molécula da camada emissora. Essa camada é  desenvolvida com vários tipos de filmes orgânicos para gerar cores  diferentes.&lt;br /&gt;A intensidade ou o brilho da luz depende da quantidade de corrente  elétrica aplicada: quanto maior a corrente, mais brilhante é a luz.&lt;br /&gt;Há diferentes tipos de OLED. Cada um é utilizado de maneira  diferente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;PMOLED&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esta é a sigla para &lt;i&gt;Passive-Matrix OLED&lt;/i&gt;. Ele tem uma  estrutura composta por linhas de &lt;i&gt;cathode&lt;/i&gt;, camadas orgânicas e  linhas de &lt;i&gt;anode&lt;/i&gt;, sendo que as linhas de &lt;i&gt;anode &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;cathode  &lt;/i&gt;são perpendiculares. Essa intersecção geral os pixels onde a luz é  emitida. Este tipo de OLED é de fácil fabricação, mas consome mais  energia. São indicados para telas pequenas, como as de celulares.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt; AMOLED&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esta é a sigla para &lt;i&gt;Active–Matrix OLED&lt;/i&gt;. Neste modo as  camadas de &lt;i&gt;cathode&lt;/i&gt;, moléculas orgânicas e &lt;i&gt;anode &lt;/i&gt;são  como chapas, sendo que a camada de &lt;i&gt;anode &lt;/i&gt;sobrepõe um transistor  que forma uma matriz que, por fim, determina quais pixels são ligados  para formar a imagem. Este tipo de OLED consome menos energia e é  indicado para telas grandes.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt; OLED  transparente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma variação do PMOLED e do AMOLED feita somente por  componentes transparentes. Quando um OLED transparente é ligado, ele  permite que a luz passe em ambas as direções. Este tipo é usado para  displays com informações em tela (&lt;i&gt;heads-up displays&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt; Top-emitting  OLED&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este tipo tem um substrato que pode ser tanto opaco como reflexivo,  bem indicados para design.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;OLED dobrável&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este OLED é feito de substratos de materiais muito flexíveis,  tornando-os muito leves e duráveis. São utilizados em aparelhos  celulares, por exemplo, diminuindo o risco de danos no caso de quedas.  Estuda-se a possibilidade de usar esta tecnologia em tecidos.&lt;br /&gt;&lt;img alt="O Readius, primeiro leitor digital com tela dobrável." class="img_dir" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2486/6080.jpg" title="O Readius, primeiro leitor digital com tela dobrável." /&gt;Pesquisadores da  Sony e do Max Planck Institute, da Alemanha, trabalhando conjuntamente,  demonstraram uma nova forma de fabricação de telas totalmente flexíveis  que poderá tornar as telas rígidas das TVs e computadores atuais uma  coisa do passado. Esta pesquisa demonstrou também que telas de OLED  podem ser altamente flexíveis e moldadas conforme a necessidade. Os  diodos orgânicos funcionaram normalmente no interior de uma matriz de  polímero viscoso.&lt;br /&gt;Imagine um celular com uma tela enrolável para facilitar a leitura de  conteúdos extensos, como textos, livros e jornais. Não precisa  imaginar, pois esse celular já existe, assim como MP3 players que também  contam com tela maleável.&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 0px; padding: 10px 0px 0px;"&gt;Esse aparelho foi  desenvolvido pela Polymer Vision, uma companhia que começou com a  Philips. O modelo leva o nome de Readius e passou a ser comercializado  em 2008. O Readius visa o mercado de eReading, ou seja, a leitura de  conteúdos digitalizados, para tornar a leitura mais cômoda em meio à  correria tão comum do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0px; padding: 10px 0px 0px;"&gt;A leitura é semelhante à  convencional, porém mais confortável, com a possibilidade de ter as  notícias desejadas assim que elas acontecem via 3.5G.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0px; padding: 10px 0px 0px;"&gt;No final de 2008, a  Samsung exibiu a sua tela dobrável desenvolvida para aparelhos celulares  e tocadores MP3.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0px; padding: 10px 0px 0px;"&gt;As telas maleáveis abrem  um leque inimaginável de possibilidades. Atualmente se pensa em telas em  superfícies irregulares, telas que se pode vestir em roupas, telas  transparentes aplicadas em janelas, displays em parabrisas e novos tipos  de lâmpadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;White OLED&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este OLED emite luz mais brilhante, uniforme e econômica. É esta a  tecnologia que pode substituir as luzes fluorescentes que hoje são  utilizadas em casas e prédios, reduzindo o consumo de energia para  iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;Vantagens e  desvantagens&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telas OLED oferecem diversas vantagens sobre LCD e LED. Para começar,  as camadas plásticas e orgânicas são menores, mais finas e flexíveis. O  substrato também é flexível, o que diminui o peso dos componentes e  minimiza os danos de eventuais impactos.&lt;br /&gt;Em termos de qualidade de imagem, OLEDs oferecem uma gama maior de  cores e imagens mais brilhantes, pois não é utilizado nenhum tipo de  vidro, e o vidro absorve luz. O campo visual de telas OLED é maior, com  180°. Ou seja, não é preciso ficar na frente da tela para enxergá-la bem  definida.&lt;br /&gt;OLEDs também não exigem luz de fundo, gerando luz própria e,  consequentemente, consumindo menos energia.&lt;br /&gt;O tempo de resposta de telas OLED é menor. Enquanto telas LCD têm 2ms  de tempo de resposta, um OLED pode responder em menos de 0.01ms. OLEDs  são atualizados muito mais rapidamente que LCDs, trocando informações  quase que em tempo real. Isso faz com que imagens tornem-se muito mais  realistas e atualizadas mais rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de produção, OLEDs são mais fáceis. Por serem  essencialmente plásticos, a linha de produção é simplificada e o tamanho  dos dispositivos produzidos pode ser bem maior.&lt;br /&gt;As desvantagens do OLED são poucas, e isso faz com que esta  tecnologia já seja considerada perfeita para todos os tipos de displays.  A maior dessas desvantagens é o tempo de vida de componentes orgânicos.  Enquanto filmes vermelhos e verdes têm até 230 mil horas de tempo de  vida, filmes azuis têm somente 14 mil horas, e este é o "drama" da  tecnologia atualmente. Isso equivale a cinco anos com o aparelho ligado  durante oito horas por dia, por exemplo.&lt;br /&gt;Alguns desenvolvedores já estudam maneiras para solucionar este  problema com uma membrana metálica que ajuda a distribuir a luz pela  superfície de vidro com mais eficiência, chegando a dobrar a vida útil  dos OLEDs atuais. O preço para isso é a redução do brilho da imagem, mas  não há perda de qualidade.&lt;br /&gt;No momento, o processo de fabricação de dispositivos deste tipo é  muito caro. Mas, com maiores investimentos, a tendência deste preço é  diminuir.&lt;br /&gt;Um “inimigo” extremamente perigoso para OLEDs é a água. Um pouco é  suficiente para danificar e destruir os componentes orgânicos. Logo, é  necessário todo um método para selar os dispositivos adequadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;Onde ele está  e para onde vai&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Este é o modelo XEL-1, da Sony." height="200" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2486/6082.jpg" style="float: right; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;" title="Este é o modelo XEL-1, da Sony." width="136" /&gt;OLEDs caíram nas graças de aparelhos  pequenos, como celulares, PDAs, MP3 players, aparelhos de som  automotivos, displays e câmeras digitais. Motorola, Samsung, LG e Sony  Ericsson e Nokia já produzem celulares com tela de OLED. Em abril de  2009, a Samsung apresentou nos Estados Unidos um telefone com um display  do tipo AMOLED, e em julho deste mesmo ano lançou o Haptic Amoled, um  aparelho 3G full-touchscreen com tela WVGA AMOLED de 3, 5’’.&lt;br /&gt;OLEDs foram facilmente aplicados a aparelhos pequenos pelo baixo  consumo de energia e pela fácil visualização mesmo com a luz do dia  bastante forte. O tempo de vida – grande desvantagem do OLED no momento –  é facilmente superado com este tipo de aparelho, uma vez que aparelhos  portáteis não são usados por tantas horas seguidas.&lt;br /&gt;Em 2007, a Sony foi a primeira desenvolvedora a anunciar um aparelho  televisor de OLED para o mercado, o modelo XEL-1 de 11’’. Este é mais um  protótipo do que um produto comercial, podendo ser adquirido por cerca  de US$ 2 mil. Dispositivos de OLED mais atuais incluem letreiros de  sinalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;O que  esperar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande alvo da tecnologia OLED é aumentar o tempo de vida dos  produtos e iniciar a produção em massa para o público comercial. A longo  prazo, o objetivo desta tecnologia é substituir as lâmpadas  fluorescentes que tanto utilizamos. Especula-se que televisores e  monitores OLED cheguem ao mercado em 2011, após mais desenvolvimento  visando aumentar o tempo de vida dos componentes orgânicos.&lt;br /&gt;Devido ao problema de tempo de vida da cor azul em televisores  grandes, a tendência é que apareçam primeiro telas para laptop de até  14’’. Sony, Samsung, LGDisplay, Toshiba e Panasonic já “se coçam” para  isso.&lt;br /&gt;De celulares e displays, passando por monitores e televisores até,  finalmente, chegar às lâmpadas das casas. Essa é a trilha imaginada para  OLED hoje, mas é algo que pode ser facilmente modificado com o  desenvolvimento das pesquisas neste sentido. Os televisores podem  aparecer no mercado logo, ou não.&lt;br /&gt;De fato, OLEDs estão se destacando entre componentes portáteis por  enquanto. E os monitores desta tecnologia vão se restringir a tamanhos  pequenos para os padrões atuais. Como toda tecnologia que promete – e  muito –, é necessário acompanhar como ela evolui até podermos dizer que  faz parte do nosso dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.baixaki.com.br/info/2486-o-futuro-da-imagem-telas-oled.htm"&gt;http://www.baixaki.com.br/tecnologias&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7241019642577759272-5549584187862726369?l=outdoor-empresarial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/feeds/5549584187862726369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/2009/10/oled-o-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7241019642577759272/posts/default/5549584187862726369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7241019642577759272/posts/default/5549584187862726369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/2009/10/oled-o-futuro.html' title='OLED o futuro'/><author><name>Empresarial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07601578647377276525</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7241019642577759272.post-1235671931068542500</id><published>2009-10-23T03:15:00.000-07:00</published><updated>2009-10-23T03:15:44.942-07:00</updated><title type='text'>Windows 7 chega ao Brasil</title><content type='html'>&lt;div class="materia-titulo"&gt;    &lt;h1 class="entry-title"&gt;Windows 7 começa a ser vendido nesta quinta  no Brasil&lt;/h1&gt;&lt;b&gt;Lojas abriram à meia-noite para receber entusiastas.&lt;br /&gt;Empresa  ouviu usuários para tornar programa mais simples.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia-mascara midia-largura-192"&gt;&lt;div class="materia-foto"&gt;&lt;h4&gt;                 Windows 7 chega&amp;nbsp;com versões para atender diversos                     estilos de consumidor. (Foto: Gustavo Petró/G1)             &lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,30590460-FMMP,00.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Foto: Gustavo Petró/G1" border="0" height="200" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,30590460-FMMP,00.jpg" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;O novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 7, já está nas         lojas brasileiras. O programa começou a ser vendido&amp;nbsp;à meia-noite         desta quinta-feira (22) em diversas lojas do país -- a estreia         mundial é realizada no mesmo dia. Muitas delas abriram para os         consumidores exclusivamente para vender o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o produto chega a 4 mil lojas,         incluindo grandes pontos de venda e lojas especializadas. O         valor começa em R$ 330 (versão Basic) e chega a R$ 670         (Ultimate). A empresa cobrará ainda R$ 400 pela versão Premium e         R$ 630 pela Professional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema operacional foi aprimorado para fazer         melhor uso da memória dos computadores, permitindo que até         máquinas mais modestas possam rodar diversos aplicativos ao         mesmo tempo. A Microsoft garante que até um computador de baixo         poder de processamento possa utilizar o novo Windows. Um netbook         com 1GB de memória é capaz de fazer uso completo das funções do         sistema, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais simples&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;Para deixar o sistema operacional mais simples e permitir que         praticamente qualquer usuário de PC não tenha problemas para         utilizar seus aplicativos favoritos, a produção do Windows 7         contou com a colaboração de diversos usuários no mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="materia-mascara largura-291"&gt;       &lt;div class="box-caetano"&gt;          &lt;div class="box-conteudo-caetano"&gt;             &lt;h2&gt;                &lt;strong&gt;saiba mais&lt;/strong&gt;             &lt;/h2&gt;&lt;ul class="lista-caetano"&gt;&lt;li&gt;                   &lt;div class="conteudo-texto-caetano"&gt;                      &lt;a class="tamanho-14" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1304815-6174,00-CONHECA+O+WINDOWS+A+NOVA+APOSTA+DA+MICROSOFT.html" title=""&gt;Conheça  o Windows 7, a nova aposta da Microsoft&lt;/a&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;                   &lt;div class="conteudo-texto-caetano"&gt;                      &lt;a class="tamanho-14" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1349759-6174,00-MICROSOFT+LANCA+NO+BRASIL+SEU+NOVO+SISTEMA+OPERACIONAL+WINDOWS.html" title=""&gt;Microsoft  lança no Brasil seu novo sistema operacional Windows 7&lt;/a&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;                   &lt;div class="conteudo-texto-caetano"&gt;                      &lt;a class="tamanho-14" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1344016-6174,00-VERSAO+PIRATA+DO+WINDOWS+CIRCULA+NA+CHINA+ANTES+DE+LANCAMENTO.html" title=""&gt;Versão  pirata do Windows 7 circula na China antes de lançamento&lt;/a&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;                   &lt;div class="conteudo-texto-caetano"&gt;                      &lt;a class="tamanho-14" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1342805-6174,00-MICROSOFT+CORRIGE+NUMERO+RECORDE+DE+VULNERABILIDADES+EM+PACOTE.html" title=""&gt;Microsoft  corrige número recorde de vulnerabilidades em pacote&lt;/a&gt;                   &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;                   &lt;div class="conteudo-texto-caetano"&gt;                      &lt;a class="tamanho-14" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1340607-6174,00-MICROSOFT+LANCA+SEU+MAIOR+PACOTE+DE+REPAROS+QUE+INCLUI+WINDOWS.html" title=""&gt;Microsoft  lança seu maior pacote de reparos, que inclui Windows 7&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="conteudo-texto-caetano"&gt;&amp;nbsp;                   &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr class="off" /&gt;    &lt;/div&gt;“Desde a criação do Windows 7, contamos a ajuda de usuários,         parceiros e clientes que falaram exatamente o que gostariam que         o computador fizesse por eles”, disse Michel Levy, presidente da         Microsoft no Brasil, em entrevista para anunciar a novidade         nesta quarta-feira (21). “O sistema integra tudo o que o         consumidor precisa, de forma fácil e intuitiva”. De acordo com a         empresa, cerca de 8 milhões de pessoas testaram o Windows 7 em         113 países durante o desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Microsoft, durante os 18 meses de         teste do Windows 7, a companhia conseguiu ouvir o que os         consumidores queriam para desenvolver um sistema que fosse de         fácil uso para todos os usuários. Foram realizadas16 mil         entrevistas on-line para poder melhorar o produto nesta versão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O objetivo é criar um computador que não falhe”, conta Darren         Huston, vice-presidente corporativo de produtos on-line e para o         consumidor da Microsoft. Melhorias como um carregamento mais         rápido, busca universal por documentos e conexão mais fácil a         redes sem fio ajudam o usuário a produzir mais. “Este é o melhor         sistema operacional para negócios”, diz o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;O programa é compatível com praticamente todos os acessórios do         mercado, busca soluções para consertar problemas do computador         pela internet e oferece maior proteção ao PC com um novo         Security Essentials. Este serviço protege a máquina contra         vírus, spywares e programas maliciosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para manter a segurança dos filhos, um novo recurso permite que         os pais monitorem à distância sites e programas que as crianças         utilizam. É possível até controlar o tempo de uso do computador         do trabalho, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Windows 7 está preparado para as novas tecnologias existentes         no mercado. Ele é compatível com telas sensíveis ao toque,         permitindo que o usuário possa usar todos os programas com os         dedos. Huston diz que, nos Estados Unidos, querem colocar esse         sistema em casa, pois “as pessoas não querem perder tempo para         fazer compras na internet ou enviar fotos para a família”,  afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A facilidade se estende para os vídeos. O novo Windows Live Movie         Maker permite que, em poucos segundos, um usuário edite e crie         um vídeo, podendo até publicá-lo na internet. Por meio de uma         rede doméstica, é possível compartilhar facilmente arquivos para         outros computadores. Edição e compartilhamento simples de fotos         e arquivos é um dos focos do novo sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="materia-mascara midia-largura-595"&gt;       &lt;div class="materia-foto"&gt;          &lt;div class="foto"&gt;             &lt;img alt="Foto: Gustavo Petró/G1" height="424" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,30600413-FMM,00.jpg" width="595" /&gt;          &lt;/div&gt;&lt;h4&gt;O novo sistema operacional é compatível com PCs que                 apresentam tela sensível ao toque. (Foto: Gustavo  Petró/G1)&lt;/h4&gt;&lt;h4&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1350098-6174,00-WINDOWS+COMECA+A+SER+VENDIDO+NESTA+QUINTA+NO+BRASIL.html"&gt;www.globo.com/G1&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7241019642577759272-1235671931068542500?l=outdoor-empresarial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/feeds/1235671931068542500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/2009/10/windows-7-chega-ao-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7241019642577759272/posts/default/1235671931068542500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7241019642577759272/posts/default/1235671931068542500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/2009/10/windows-7-chega-ao-brasil.html' title='Windows 7 chega ao Brasil'/><author><name>Empresarial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07601578647377276525</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7241019642577759272.post-6486006778101031647</id><published>2009-10-22T19:44:00.000-07:00</published><updated>2009-10-22T19:45:10.253-07:00</updated><title type='text'>Baterias novas mudarão vidas.</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Novas baterias que prometem mudar as nossas vidas&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Por &lt;a href="http://www.baixaki.com.br/tecnologia/artigos.asp?au=80"&gt;Beatriz  Portella Smaal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Quarta-Feira, 21  de Outubro de  2009&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Conheça tecnologias que estão em desenvolvimento para aumentar a  capacidade, diminuir o tamanho e melhorar a performance das baterias  atuais.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; margin: 18px 14px 0pt 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;tweetmeme_source = 'baixakioficial';&lt;/script&gt;      &lt;script src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js" type="text/javascript"&gt;&lt;/script&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="61" scrolling="no" src="http://api.tweetmeme.com/button.js?url=http%3A//www.baixaki.com.br/info/2945-novas-baterias-que-prometem-mudar-as-nossas-vidas.htm&amp;amp;style=normal&amp;amp;source=baixakioficial" width="50"&gt;&lt;/iframe&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7241019642577759272" id="anc_1" name="anc_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="divPagina_1"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As baterias  estão em todos os lugares na nossa vida moderna. Seja em celulares,  notebooks, máquinas fotográficas e outros aparelhos eletrônicos, o que  se percebe é que esta tecnologia é de extrema importância para o nosso  dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Porém, convenhamos, a bateria não é o produto preferido de muita  gente. Quem já precisou comprar uma nova sabe o quanto dói no bolso. As  de notebook, por exemplo, custam uma média de R$ 500,00 – dependendo da  marca escolhida. Baterias de celular então, nem se fala, sendo mais  recomendado trocar seu aparelho a desembolsar uma pequena fortuna por um  objeto tão pequeno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8522.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Bateria para notebooks" border="0" class="img_esq" height="320" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8522.jpg" title="Bateria para notebooks" width="304" /&gt;&lt;/a&gt; Além disso, o que se pergunta é:  com a rapidez das inovações tecnológicas, será que as baterias não  deveriam evoluir mais rapidamente? Pois é, mas as baterias já não são  mais aquelas de antigamente, que precisavam ser descarregadas por  completo e viciavam rapidamente.&lt;br /&gt;As baterias atuais de íon-lítio já são uma evolução na forma de se  carregar os objetos eletrônicos e são usadas em larga escala. Quem  possui aparelhos mais novos provavelmente conta com este tipo de  bateria, cuja duração é maior e o tempo de recarga, menor.&lt;br /&gt;O Baixaki publicou um artigo sobre o &lt;a href="http://www.baixaki.com.br/info/2827-baterias-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-elas.htm" target="_blank"&gt;desenvolvimento das baterias&lt;/a&gt;, caso você queira  conhecer mais sobre esta evolução. Mas o que realmente queremos saber é  qual é o próximo passo nesta caminhada rumo ao “mundo sem fio”, que  vamos tratar neste artigo.&lt;br /&gt;Inovações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span id="__end"&gt;&lt;span id="__end"&gt;&lt;span id="__end"&gt;&lt;span id="__end"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;Nanofios de Silício&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 2007, pesquisadores da Universidade de Stanford  encontraram uma maneira de aumentar em até dez vezes o poder das  baterias de lítio. Através da pesquisa de Yi Cui, as baterias de lítio  seriam fabricadas com fios de silício ao invés do carbono, como  atualmente.&lt;br /&gt;Com esta tecnologia, uma bateria de um notebook potente poderia  armazenar energia para até 20 horas de uso. Esta é uma quantidade  impressionante se dermos conta que as baterias atuais duram uma média de  duas horas.&lt;br /&gt;As baterias atuais de lítio utilizam ânodos de carbono para armazenar  sua carga. Isso quer dizer que a carga da bateria está intimamente  ligada à quantidade de lítio que pode ser armazenado em cada ânodo.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Nanofios no microscópio antes e depois da absorvição de lítio. Imagem da Universidade de Stanford" class="nada" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8524.jpg" title="Nanofios no microscópio antes e depois da absorvição de lítio. Imagem da Universidade de Stanford" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Para resolver este problema, o que se tentou fazer foi substituir o  carbono por silício – um material mais eficiente. Porém o silício se  destruía mais rapidamente devido à expansão e encolhimento dos íons  armazenados, que deterioravam rapidamente os ânodos.&lt;br /&gt;A solução para este problema foram os nanofios de silício. O lítio é  armazenado em uma porção de pequeninos microfios de silício, cada qual  com um diâmetro de 100 vezes menor que uma folha de papel. Os nanofios  inflam quatro vezes mais do que uma bateria normal, mas não quebram ao  liberar o lítio de volta ao “trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;&lt;span id="__end"&gt;Retorno ao carbono&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de inovadora, a  solução de Yi Cui não obteve resultados concretos, uma vez que os  nanosfios de silício não apresentaram a durabilidade tão prometida.  Porém, esta pesquisa é a base para a continuação do estudo.&lt;br /&gt;Os pesquisadores de Stanford decidiram utilizar as nanofibras de  carbono para revestir átomos de silício. Sendo assim, o silício  apresentaria uma alta durabilidade, exatamente o que faltou na primeira  pesquisa.&lt;br /&gt;Infelizmente, não se podem ganhar todas. Os novos testes mostraram  que os eletrodos não chegaram às impressionantes dez vezes a mais do  valor das baterias atuais, mas sim seis vezes a mais que as comuns  baterias de lítio.&lt;br /&gt;O que se fará agora são novos testes repetitivos para que esta  pesquisa seja considerada de sucesso, pois o futuro parece promissor. As  novas baterias seriam ainda menores e mais potentes que as atuais, ou  seja, um avanço para as amigas de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8526.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="De volta ao carbono" border="0" class="img_dir" height="227" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8526.jpg" title="De volta ao carbono" width="104" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;Baterias de lítio-enxofre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo com as baterias de lítio, cientistas da Universidade de  Waterloo em Ontário, Canadá, surgem com a inovação em baterias que há  muito tempo desafia a massa cinzenta dos pesquisadores – a bateria de  lítio-enxofre.&lt;br /&gt;Uma das vantagens deste tipo de bateria está no preço. Se comparado  com inúmeros materiais usados na confecção de novas baterias, o enxofre  ganha de goleada. Além disso é capaz, juntamente com o lítio, de criar  uma energia alta e durável, o que funcionaria perfeitamente para o que  se procura em uma boa bateria.&lt;br /&gt;Segundo Linda Nazar – coordenadora do projeto – o grande desafio  deste tipo de bateria era o de manter o enxofre em contato com o  condutor (no caso das baterias, o carbono) nos cátodos, onde são  liberados e armazenados os elétrons para a descarga de energia.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Estrutura da bateria de lítio-enxofre - Imagem de Linda Nazar" class="nada" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8518.jpg" title="Estrutura da bateria de lítio-enxofre - Imagem de Linda Nazar" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Para isso, os pesquisadores usam o chamado carbono mesoporoso. Usando  a nanotecnologia, este carbono foi deixado em tubos de 6,5 nanômetros  de espessura, mantendo espaços ocos abertos.&lt;br /&gt;Depois disso, os pesquisadores ferveram e derreteram o enxofre, para  que depois cubram os espaços deixados na estrutura de carbono. Criam-se  dessa forma nanofibras de enxofre, no mesmo estilo dos nanofios de  silício já descritos.&lt;br /&gt;Nazar afirma que este composto pode fornecer até 80% da capacidade  máxima do enxofre, que nada mais é do que três vezes maior do que a  energia gerada pelos cátodos de lítio, juntamente com um preço mais  acessível e um ciclo estável de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;Baterias Nucleares&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o professor Jae Kwon,  da Universidade norte-americana de Missouri, pensa grande. Juntamente  com sua equipe, está produzindo as baterias nucleares. Mas não se  assuste, a tecnologia parece altamente segura.&lt;br /&gt;A ideia é produzir uma bateria do tamanho de uma moeda e, a medida  que o estudo for aprimorado, produzi-la até a espessura de um fio de  cabelo do ser humano. Para isso, os pesquisadores ainda vão percorrer um  longo caminho, mas que já tem uma linha definida.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8520.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Energia Nuclear" border="0" class="img_esq" height="209" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8520.jpg" title="Energia Nuclear" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;O protótipo-moeda é uma tecnologia segura e já vem sendo usada em  larga escala em satélites espaciais e submarinos com grande sucesso. O  processo envolve a diminuição do semicondutor da bateria, utilizando-o  de forma líquida ao invés de sólida, como acontece atualmente.&lt;br /&gt;Um semicondutor é aquele que balanceia e controla a corrente elétrica  – está no meio do caminho entre condutores e isolantes. Isso faz com  que ele seja capaz de restringir o movimento dos átomos, possibilitando  um maior controle da corrente extremamente forte de um componente, no  caso, nuclear.&lt;br /&gt;A grande sacada do semicondutor líquido é a diferença dele em relação  ao semicondutor sólido, uma vez que uma parte da radiação pode destruir  a rede atômica deste tipo de material. De acordo com Kwon, o  semicondutor líquido tende a minimizar o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Baterias ecologicamente corretas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;Celulose de algas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo atrás circulou um email mostrando a “maré vermelha”,  um fenômeno que acontece nos mares do hemisfério sul.&amp;nbsp; A “maré vermelha”  nada mais é que um crescimento excessivo e aglomeração de algumas algas  desta cor, que faz com que a água mude para a cor vermelha, amarela ou  marrom.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="O fenômeno da Maré Vermelha na Califórnia" class="nada" height="333" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8530.jpg" title="O fenômeno da Maré Vermelha na Califórnia" width="657" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Mas o que a maré vermelha tem a ver com baterias? Muito. Cientistas  da Universidade de Uppsala, na Suécia utilizaram a alga do gênero  Cladophora para fabricar baterias extremamente leves.&lt;br /&gt;O estudo desta alga já é algo recorrente nos vários campos do  conhecimento, uma vez que a nanoestrutura dela é algo único,  completamente diferente das plantas terrestres. Seu estudo abrange a  alga como uma substância que aumentaria a consistência (espessante) de  produtos farmacêuticos e alimentícios.&lt;br /&gt;Exatamente por possuir esta grande área de superfície com a  nanoestrutura porosa, cientistas criaram hipóteses relacionadas a elas e  às baterias. Este estudo sueco chega para comprovar o acerto desta  hipótese.&lt;br /&gt;Os pequisadores revestiram a celulose da alga com uma camada de  polipirrol, um polímero altamente estável e ambientalmente menos  agressivo, o que representaria menos dor de cabeça na hora de jogar a  bateria fora. Além disso, seu peso leve seria um atrativo que  compensaria a inferioridade da potência em relação às baterias de lítio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;Bateria de ar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as pesquisas continuam! Na Universidade St. Andrews no Reino Unido,  o que se estuda é uma bateria que tem o ar como componente principal,  substituindo os químicos. Ela substitui o lítio pelo carbono poroso e  pode aumentar em até dez vezes a capacidade de armazenamento do  componente.&lt;br /&gt;Este eletrodo de lítio que é usado nas baterias é trocado pelo  carbono poroso, o que permite que os íons de lítio mantidos na bateria  reajam com o ar. Uma superfície da bateria fica exposta e este ar é  recolhido por uma esponja de carbono – que mesmo atualmente pode ser  fabricada sem grandes custos – recolhendo o ar que reage com os  componentes da bateria, criando assim energia limpa.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Esquema da bateria de ar da Universidade de St. Andrews" class="nada" height="310" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8510.jpg" title="Esquema da bateria de ar da Universidade de St. Andrews" width="459" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O projeto, apelidado de STAIR (&lt;i&gt;Saint Andrews Air&lt;/i&gt;) tem como  pretensão ser mais barato que as baterias recarregáveis atuais, uma vez  que o óxido de lítio é muito mais caro do que o carbono poroso da  pesquisa.&lt;br /&gt;Energia biológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial black,avant garde;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966;"&gt;Bateria de vírus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vírus geneticamente modificados também entraram na dança das  baterias. Os pesquisadores do MIT – &lt;i&gt;Massachusetts Institute of  Technology&lt;/i&gt; – conseguiram criar todos os componentes da bateria  (ânodo, eletrólito e cátodo) utilizando uma espécie comum de vírus que  parasita bactérias, porém inofensivos aos seres humanos.&lt;br /&gt;Para que a bateria funcione os cientistas modificaram o vírus fazendo  com que ele mesmo crie uma camada de fosfato de ferro a sua volta.  Então os organismos se fixam sobre os nanotubos de carbono, formando uma  malha fina e altamente condutora de energia.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Protótipo da bateria de Vírus. Imagem de Donna Coveney para a MIT" class="nada" height="318" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2945/8527.jpg" title="Protótipo da bateria de Vírus. Imagem de Donna Coveney para a MIT" width="270" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Este tipo de bateria já passou por mais de 100 ciclos de carga em  seus testes e nem assim perdeu sua capacidade de carga e descarga. Os  pesquisadores querem ainda descobrir se o vírus consegue se ligar a  outros componentes metálicos, para que a bateria seja ainda mais potente  e leve.&lt;br /&gt;Qual delas você vai usar?&lt;br /&gt;Como pudemos ver, as baterias ainda têm um longo caminho a seguir,  mas parece que as inovações estão logo a frente. Cada uma com seus  pontos em comum e cada vez mais usando os nanotubos de carbono e a  nanotecnologia, proporcionando assim equipamentos mais leves e potentes.&lt;br /&gt;Quem sabe na próxima compra seu celular não “morra” durante uma  conversa importante e seu computador não desligue sozinho quando você  estiver mandando um “super” email para o chefe estressadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte :&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.baixaki.com.br/info/2945-novas-baterias-que-prometem-mudar-as-nossas-vidas.htm"&gt;http://www.baixaki.com.br/info/2945-novas-baterias-que-prometem-mudar-as-nossas-vidas.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7241019642577759272-6486006778101031647?l=outdoor-empresarial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/feeds/6486006778101031647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/2009/10/baterias-novas-mudarao-vidas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7241019642577759272/posts/default/6486006778101031647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7241019642577759272/posts/default/6486006778101031647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outdoor-empresarial.blogspot.com/2009/10/baterias-novas-mudarao-vidas.html' title='Baterias novas mudarão vidas.'/><author><name>Empresarial</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07601578647377276525</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
